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Botelho escreveu uma "carta de amor" a Manoel de Oliveira. E um manifesto contra

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"O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu" é a forma de João Botelho retribuir o que aprendeu com o autor de "Aniki Bobó" ou "Vale Abraão". Botelho defende que o cinema serve "para inquietar, não para confortar" e diz que este filme é um acto de resistência, numa sociedade que "consome e escarra". O filme é uma viagem pela obra de Oliveira, misturando documentário e ficção, e chega esta quinta-feira às salas nacionais.

13 Oct 2016

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renascenca

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